De 20 de agosto a 5 de setembro

sextas e sábados às 21h e domingos às 20h

na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre (Av. Érico Veríssimo, 307)

“Camilo, tu não sabe o que é um batom, sabe?”

“Eu adorava aquela cadeira, mas a minha mãe dizia que eu não devia sentar ali, que era coisa de bebê. Mas mesmo assim, eu nem sei dizer bem porque, eu queria sentar ali.” 

“…volto a querer fugir e tento te dizer isso com as palavras que mais
se pareçam com as minhas…”

“Que bom se dita a palavra se transformasse. Não pra reviver a palavra, e sim pra salvar o dia.”

“Educação pode conviver com tradição!”

“Busca! Viadinho…”

“Pai, me pega!”

“Eu tive um sonho tão estranho. A gente tinha comprado um gatinho. Mas não era um gatinho. Era um tigre.”

“Como será que a gente sabe a diferença entre o sonho e a vida real?”

“No caminho do parque, em cada pedacinho de terra que eu pudesse avistar, eu cuspia um carocinho. Sonhando que um dia todo aquele caminho virasse o maior vale de pitangueiras do mundo!” 

“O mundo é cheio de surpresas!”